Órgão repudiou a conduta realizada nas dependências da Vara Cível, classificou o ato como inaceitável e informou que adotará medidas legais cabíveis.
Um estagiário da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ) foi desligado sumariamente de suas funções após a divulgação de um vídeo com conteúdo adulto gravado dentro do Fórum de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Nas imagens divulgadas na internet, o jovem aparece sem roupas e utilizando apenas o crachá funcional do órgão nas instalações da Vara Cível local.

Assim que tomou conhecimento do episódio, a Defensoria Pública emitiu uma nota oficial repudiando veementemente a atitude, confirmando a demissão imediata do estudante e adiantando que adotará todas as providências legais pertinentes ao caso.
Violação dos princípios institucionais
Em posicionamento público, a instituição classificou a gravação como um ato libidinoso e reforçou que a postura adotada pelo ex-colaborador fere de forma grave o regimento e a postura esperada no ambiente de trabalho público.
“Trata-se de uma conduta inaceitável e incompatível com os valores da Instituição”, declarou a Defensoria em trecho da nota oficial.
A manifestação ressaltou ainda que diretrizes como ética, respeito, integridade e responsabilidade são pilares inegociáveis para o exercício de qualquer função no sistema de Justiça do estado.
“Não toleramos comportamentos que afrontem a dignidade do ambiente institucional e comprometam nossa missão”, destacou o órgão.
Até o fechamento desta reportagem, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) não havia se pronunciado sobre o ocorrido no prédio do Judiciário. O espaço permanece aberto para manifestações adicionais das autoridades envolvidas.














