Dois suspeitos de participação no assassinato do policial militar Wellington Andrade foram presos durante uma operação das forças de segurança em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. O agente, lotado no 30º Batalhão de Polícia Militar (30º BPM), foi morto a tiros na manhã desta quarta-feira (28), no bairro Corta Vento.
A ação contou com equipes do batalhão local e o apoio de outras forças de segurança. Durante a operação, uma pistola que, segundo as informações iniciais, pode ter sido utilizada no homicídio foi apreendida.
De acordo com relatos preliminares, os suspeitos teriam ligação com uma facção criminosa do Rio de Janeiro e estariam tentando estabelecer um ponto de venda de drogas na comunidade. A hipótese inicial é de que o policial tenha repreendido a atuação dos homens e, posteriormente, sido alvo de uma emboscada. Essas informações ainda dependem da apuração policial.
Policial era conhecido em São José do Vale do Rio Preto
Wellington Andrade havia retornado recentemente à lotação em Teresópolis. Durante parte de sua trajetória profissional, trabalhou no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de São José do Vale do Rio Preto, município onde construiu amizades.
Em nota, a Secretaria de Segurança de São José do Vale do Rio Preto lamentou a morte do policial e destacou sua dedicação ao serviço público.
“Andrade, que atualmente prestava seus serviços em nosso município, era um profissional exemplar, dedicado, comprometido com a missão de proteger e servir à população”, diz um trecho da homenagem.
A secretaria também ressaltou o vínculo do agente com os colegas de trabalho e a comunidade. Até o momento, não haviam sido divulgadas informações sobre o sepultamento.
Investigação continua
O caso é investigado pela 110ª Delegacia de Polícia, com apoio do setor de inteligência do 30º BPM. As autoridades trabalham para esclarecer as circunstâncias do homicídio e a possível participação dos suspeitos.
Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas à Polícia Militar pelo telefone 190 ou pelo número (21) 2742-7755, conforme divulgado pelas autoridades. Denúncias podem ser feitas de forma anônima.












