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Governador em exercício do RJ exonera mais 14 servidores do IRM após operação do MPRJ

Decisão atinge ex-presidente e diretores do órgão que foram presos na Operação Ouroboros. Investigação apura suposto esquema de corrupção em contrato de R$ 86 milhões.

Onze dias após a deflagração da Operação Ouroboros, realizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o governador em exercício, Ricardo Couto, assinou nesta segunda-feira (20) a exoneração de mais 14 servidores do Instituto Rio Metrópole (IRM).

A medida atinge cúpula e ocupantes de cargos comissionados do órgão envolvidos nas investigações sobre um suposto esquema de corrupção que envolve um contrato de R$ 86 milhões.

Principais exonerados e alvos da operação

Entre os servidores desligados da administração estadual estão quatro dos principais alvos da ação policial, que permanecem presos preventivamente:

Além dos quatro diretores e gestores investigados, outros dez servidores comissionados do IRM também foram afastados das funções.

Mudanças na gestão do Instituto

Com a vacância nos cargos de liderança, o governo do estado redefiniu o comando do IRM para evitar a paralisia das atividades operacionais do órgão.

Transição no comando: O secretário do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e titular da Secretaria de Governo, Roberto Leão, assume interinamente a direção do Instituto Rio Metrópole até a escolha e nomeação oficial do novo presidente.

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