Um levantamento do instituto Vetor Arrow, com avaliação atualizada em 2 de outubro, aponta 53 candidatos como prováveis eleitos para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Das 70 cadeiras disponíveis, outras 17 permanecem em disputa dentro do cenário projetado pelo estudo.
Entre os partidos e federações, o PL reúne o maior número de nomes classificados nessa faixa, com 13 candidatos. Na sequência aparecem as federações Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) e União Progressista (União Brasil/PP), com nove nomes cada. O PSD aparece com sete.
Veja os 53 nomes apontados pelo levantamento
PL (13): Índia Armelau, Dra. Gabriela, Renato Miranda, Dr. Pedro Ricardo, Jair Bittencourt, Guilherme Delaroli, Chico Machado, Rodrigo Medeiros, Nelsinho Ruas, Anderson Moraes, Marcelo Dino, Jorge Felippe e Alan Lopes.
Brasil da Esperança – PT/PCdoB/PV (9): Elika Takimoto, André Ceciliano, Dani Balbi, Marina do MST, Renato Machado, Leonel de Esquerda, Verônica Lima, Allyson Elias e Maicon Cruz.
União Progressista – União Brasil/PP (9): Márcio Canella, Felipinho Ravis, Rafael Nobre, Gustavo Tutuca, Paulo Melo, Felipe Pampolha, Bruno Dauaire, Carlinhos BNH e Felipe Michel.
PSD (7): João Pires, André Correa, Luiz Paulo, Ana Paula Mendes, Carla Machado, Vinícius Cozzolino e Claudio Caiado.
PSOL/Rede (4): Flávio Serafini, Renata Souza, Yuri Moura e Professor Josemar.
Renovação Solidária – PRD/Solidariedade (3): Munir Neto, João Drumond e Soldado Tobias.
PSDB/Cidadania (3): Léo Vieira Filho, Tio Carlos e Luiz Martins.
MDB (2): Rosenverg Reis e Giovani Ratinho.
PDT (1): Fernanda Neves.
Republicanos (1): Thiago Virgilio.
Agir (1): Júlio Rocha.
Como foi feita a projeção
Segundo informações sobre o levantamento, o estudo foi elaborado a partir de 10 mil simulações, utilizando citações espontâneas acumuladas em dez rodadas de pesquisa, com maior peso para os levantamentos mais recentes. A classificação não corresponde a uma pesquisa tradicional de intenção de voto nominal.
O instituto também trabalha com o sistema proporcional das eleições para deputado estadual, no qual a distribuição das cadeiras depende do desempenho dos partidos e federações.
Por isso, os 53 nomes devem ser entendidos como uma projeção, e não como candidatos já eleitos. As 70 cadeiras da Alerj serão definidas pelos votos contabilizados nas urnas e pela apuração oficial da Justiça Eleitoral.

