Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada na sexta-feira (25), mostra o atual governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), na liderança da disputa pelo Governo do Estado nas eleições de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Ferraço registra 44% das intenções de voto.
Na sequência aparecem Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 35%, e Helder Salomão (PT), com 14%. Breno Barcelos (Missão) registra 1%, enquanto Rafael Demuner (UP) não pontuou. Brancos e nulos somam 4%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Considerando somente os votos válidos, que excluem brancos e nulos, Ferraço aparece com 47%, Pazolini com 37%, Salomão com 15%, Barcelos com 1% e Demuner com 0%.Pesquisa espontâneaNo cenário espontâneo, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Ferraço também aparece à frente, com 21%. Pazolini registra 15%, enquanto Salomão tem 8%. Outros nomes somam 3%, enquanto 9% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 44% não souberam ou não responderam.
Simulação de segundo turnoO levantamento também simulou uma eventual disputa de segundo turno entre Ricardo Ferraço e Lorenzo Pazolini. Nesse cenário, Ferraço aparece com 48% das intenções de voto, contra 40% de Pazolini. Brancos e nulos somam 7%, enquanto 5% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também apresentou outros cenários de segundo turno. Em uma disputa entre Ferraço e Helder Salomão, os percentuais são de 60% e 26%, respectivamente. Já em um eventual confronto entre Pazolini e Salomão, Pazolini registra 53% e Salomão, 31%.
A pesquisa Real Time Big Data foi realizada entre os dias 21 e 24 de setembro de 2026, com 1.600 eleitores do Espírito Santo. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número ES-00877/2026 e foi divulgado em 25 de setembro. Segundo os dados divulgados, o estudo teve custo de R$ 20 mil e foi encomendado pela Record, com recursos próprios do contratante.
Os percentuais representam as intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas e podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral.

