O Governo Federal formalizou nesta quarta-feira (07/01/2026), no Palácio do Planalto, um contrato histórico de empréstimo de R$ 1,7 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o “banco do Brics”. O recurso será destinado à construção do primeiro hospital público inteligente do Brasil e à modernização de diversas unidades do SUS.
A nova unidade, vinculada à Universidade de São Paulo (USP), será um modelo tecnológico para os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
- Capacidade: 250 leitos de emergência e 350 leitos de UTI.
- Atendimento: Previsão de atender 200 mil pacientes por ano.
- Tecnologia: Uso de Inteligência Artificial (IA), medicina de alta precisão e 14 UTIs automatizadas e interligadas.
- Eficiência: A expectativa é reduzir em mais de cinco vezes o tempo de espera por atendimentos especializados.
- Prazo: A conclusão da obra está prevista para daqui a três ou quatro anos.
O investimento não se limita a São Paulo. O projeto contempla a reestruturação e modernização de hospitais de excelência em outras regiões:
- Rio de Janeiro: Investimento de R$ 1,2 bilhão para reestruturar hospitais federais, incluindo os da UFRJ, Unirio e o Instituto do Cérebro.
- Baixada Fluminense: Construção do novo Hospital Oncológico.
- Rio Grande do Sul: Modernização do Grupo Hospital Conceição.
Durante a cerimônia, o presidente Lula ressaltou que a tecnologia deve servir prioritariamente à população mais humilde, combatendo a imagem pejorativa do sistema público. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o objetivo é oferecer no SUS tecnologias que “nem os maiores hospitais privados brasileiros oferecem ainda”.
A presidenta do NDB, Dilma Rousseff, explicou que o financiamento tem prazo de 30 anos para pagamento e conta com a parceria técnica de China e Índia para o desenvolvimento das soluções digitais.
Informações: Agência Brasil














