O Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou nesta semana o resultado final do ICMS Ecológico de 2025, que pontua os municípios fluminenses de acordo com ações ambientais realizadas ou mantidas, como a proteção de mananciais, destinação de lixo, remediação de lixões, tratamento de esgoto e criação e gestão de unidades de conservação, além do planejamento dos órgãos ambientais municipais. Nos últimos anos, a maioria das cidades do Noroeste Fluminense, do Norte e os municípios da Serra que fazem limites com o Norte e Noroeste vem ficando nos últimos lugares. Mais uma vez, não houve mudanças.
Com pontuações baixíssimas, as cidades não apenas ficam nas últimas colocações, mas também tendem a receber menos repasses do ICMS Ecológico. O programa foi criado para redistribuir 2,5% de todo o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) de acordo com as pontuações das cidades. Consequentemente, acabou-se criando um ranking.
Por exemplo, Itaocara estava na 8ªº posição em 2021, subiu para o 77º lugar em 2022, 75º lugar em 2023, mas caiu para a 83ª posição em 2024 e se manteve assim em 2025. O estado possui 92 cidades. No último lugar, continuou São Sebastião do Alto. Já em primeiro, está Rio Claro, no Sul Fluminense, seguida por Mesquita, na Baixada.
Nem todos os municípios da região tiveram resultados ruins. Aperibé, que já ocupava a 49ª posição em 2024, avançou mais 9 posições, e agora ocupa o 40º lugar. São José de Ubá subiu mais seis colocações e agora está no 57º lugar.
Fonte: Folha Itaocarense